Ideia de jogo pós-apocalíptico: <sem nome>

Para ver mais ideias e comentarios sobre jogos, vá pro outro tumblr que eu fiz:

RODRIGAMES

Sinopse:

Você acaba de acordar no chão de um edifício abandonado. Lá fora há sinais de que algo realmente grande e desastroso aconteceu, pois a destruição vai até onde a visão alcança. Você não sabe o motivo pelo qual está neste lugar nem há quanto tempo esteve desacordado, até que escuta uma voz. Mas não há ninguém por perto, a voz está dentro de sua cabeça.

Este é um jogo de tabuleiro para 1 a 4 jogadores em que cada jogador atua como uma das múltiplas personalidades de um personagem sem memória em um ambiente pós-apocalíptico.

O objetivo de cada jogador é sobrepujar sua personalidade sobre os outros oponentes. Para isto, os jogadores farão ações em turnos para cumprir missões e ganhar sanidade enquanto evoluem suas personalidades.

O tabuleiro é modular e composto de hexágonos, que vão abrindo a media que o jogo evolui.

Cada jogador manipula e gerencia uma personalidade e todos revezam turnos usando o mesmo personagem. A cada turno recebem missões que, assim como outras ações do jogo, poderão dar sanidade, experiência, etc.
Ponto de vida, inventário e nível de radiação são compartilhados entre todos, mas cada participante tem suas próprias características como Força, Inteligência e Agilidade, que servem para vencer desafios, usar itens, fazer ações, etc.

Em seu turno, o jogador tem uma quantidade de pontos de ação para gastar em ações do tipo:

Coletar: colete itens que estão no tile em que você está;

Mover-se: desloque-se pelo tabuleiro;

Explorar: abra um tile novo e coloque-o no tabuleiro;

Atacar: Cause dano em alguém ou alguma coisa!

Interagir: mude o humor de NPCs, troque itens, ganhe novas missões e conserte seus equipamentos.

Roubar: Se o diálogo não funciona, roube! Mas arque com as consequências.

Consumir: use os itens de seu inventário!

Aprender: use a experiência que ganhou para evoluir sua personalidade.

Então, por enquanto esta é a ideia inicial… a ideia é que o jogo passe bem a noção de calamidade, instabilidade mental e o cenário pós-apocalíptico.

Sugestões de nome e ideias para mecânicas são MUITO bem-vindas.

ASSISTI: Amanhecer (Parte 1).

No mesmo dia que vi “A Pele que Habito”, do Almodóvar, fui ver o quarto filme da saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 1.

Primeiramente gostaria de dizer que sei que este filme não é feito pra mim, que sei que não sou “público-alvo”. Sei que não vou conseguir, mas tentarei não julgar a história do filme, mas sim o produto filme em si. Porém, não dá pra deixar de ressaltar que filmes como LavaBoy e SharkGirl também não são feitos pra mim, mas estão longe de serem tão mal feitos. Nem entrarei no mérito da comparação entre a saga Crepúsculo e Harry Potter, o qual tampouco faço parte do público-alvo principal e mesmo assim consegue ser MUITO MASSA (Harry Potter).

Obviamente, este texto poderá conter spoilers… como eu nem sei exatamente o que vou escrever, aviso por via das dúvidas.

Antes de mais nada, é nesse filme que Bella FINALMENTE transa com o vampiro mongo (ele não parece gay… ele parece retardado mesmo), engravida ainda humana (nem pensar em anticoncepcionais!) e, no final, vira vampira.

Quer saber, eu curti a experiência. Curti mesmo.
É tosco DEMAIS! Super trash… o filme poderia passar na Band, de tarde, em um programa apresentado pelo Zé do Caixão sem causar estranheza à audiência!

Vamos às coisas que me chamaram atenção:

“Maquiagem” dos “atores” que interpretam os vampiros:
Eu sei que os vampiros brilham no sol e tudo mais, mas não é isso que me chamou atenção e sim o fato de que todo mundo que é vampiro DEVERIA ter a pele mais branca que o normal.
Bizarramente, os atores TEM APENAS A CARA BRANCA! Do pescoço pra baixo já nem tem mais pó de arroz ou qualquer outra coisa que tenham usado pra maquiar esse pessoal.
O mais estranho é que todos os vampiros tem APENAS a cara branca, o que me faz pensar que isso não se trata de um erro, mas sim de uma decisão do diretor/maquiador… mas POR QUE? Por que deixar o resto da pele dos vampiros na coloração normal e fazê-los parecer palhaços?

As roupas dos lobisomens
Em um diálogo durante um agarramento com Bella na frente de Edward, Jacob fala para a moça que estava acostumado a andar por aí transformado em lobo e há muito tempo não usava roupas. Até é mostrado ele se transformando em lobo e as roupas rasgando e voando destruída pelos ares, OU SEJA, uma vez transformado em lobo, o cara destrói as roupas e, quando voltasse à forma humana, voltaria pelado. Foi o filme que me disse isso de forma BEM ENFÁTICA e até mesmo engraçadinha.
Mais tarde há uma cena em que o mesmo Jacob está no meio do mato e comenta com os companheiros que outros lobos os estão cercando. Ele pede pros lobos “inimigos” aparecerem nas formas humanas e prontamente, tais lobos o fazem, saindo do meio do mato completamente vestidos!
Como?
A resposta é óbvia… Claro que os lobos tinham uma mochilinha com algumas roupas, para o caso de terem que voltar à forma humana!

A telepatia de Edward Cullen
Aparentemente, cada vampiro tem um poder especial que outros não têm. O de Edward (se você não sabe quem é, eu não me importo) é o poder de ler mentes. Ele até consegue ler o que o bebê no ventre de Bella pensa… lá de dentro o bebê manda um recado pra guria: “eu te amo” diz o feto que já sabe construir frases.
Mas não é disso que eu quero falar, mas sim do fato de que Edward, mesmo sendo um telepata, não consegue interepretar que Bella realmente não se importa com os ferimentos causados duranto o sexo que eles fazem na lua de mel do Rio de Janeiro… ela diz que está tudo bem, mas ele não acredita.

Táticas de combate
Jacob distrai um par de lobisomens para que outros vampiros consigam ir buscar alguma coisa. Falam sobre vantagem numérica no combate e tal… mas não é o que é apresentado. Cada vampiro dá conta de dois lobisomens tranquilamente, mas a quantidade de lobisomens que há não é o dobrO de vampiros… sem contar que tem um vampiro lá que arrebenta a pau uns 5 lobisomens ao mesmo tempo!

O lobisomem que se apaixona por um bebê
Não estou dizendo que achei legal, mas sim interessante como a autora “resolveu” o triângulo amoroso (difícil de engolir por qualquer um que nunca tenha tido interesse por Barbies) entre Bella (a guria feia retardada), Jacob (o coitado do lobisomem que tira uma casquinha da guria) e Edward (o vampiro de cara branca de 300 anos de idade que nunca amadureceu). Acontece que os seres desse universo podem submeter-se a um fenômeno de IMPRINTING, algo como “encontrar sua alma gêmea absoluta” e é isso o que acontece com Jacob quando vê o bebezinho de Edward e Bella, a pequenia Solange Desireé, ou qualquer outro nome de empregada.

Os verdadeiros inimigos
Na finaleira aparecem uns vampiros inimigos sentados em tronos e comentam o que dá a entender o princípio de uma batalalha bem ao estilo de palhaços bizarros do mal, faltando apenas uma gargalhada fatal para complementar.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Enfim, como era de se esperar, o filme é uma porcaria desgraçada, mas mesmo assim, conseguiu me prender por todo o tempo. Não senti sono e realmente fiquei curioso para saber como as coisas se resolveriam. Mesmo que não estivesse esperando nenhuma genialidade, dá pra entender que as soluções encontradas para a histórias podem sim convencer e agradar a uma garotinha, mas não dá pra negar que o filme é ridiculamente mal feito e com atores péssimos.
Como já disse antes, gostei da experiência e quero saber como a história terminará, mas não sei se tenho estômago pra ver os filmes anteriores.

QUANTO VALE O FILME?
Pra mim, valeu pera experiência e a permissão que ganhei para criticar sem parecer preconceituoso.

ASSISTI: A Pele que Habito

AVERTÊNCIA
Este texto contém spoilers e diz respeito unicamente a minha opinião sem considerar nada além do que eu penso. Não tenho a mínima intenção de ser respeitoso com qualquer ponto de vista ou mesmo criticar de forma rica e culta, mas sim em apenas dar minha opinião sobre algo. Ok?

Então, fui ver este último filme do Almodóvar:
A pele que habito.

Fui por recomendação de alguns podcasters que, entusiasmados, recomendaram o filme como sendo “menos almodóvar que os outros filmes do Almodóvar” e com um plot-twist como há muito tempo não se via no cinema. Ambos os comentários soaram como positivos pra mim, pois menos almodóvar é bom e, se tem plot-twist surpreendente, melhor ainda.

PAUSA
Não acho que um filme tenha que ter plot-twist pra ser bom. Eu só curto plot-twists e ainda quero ter minha cabeça explodida por uma virada/revelação como em Sexto Sentido, quando se descobre que o personagem de Bruce Willis esteve morto todo o tempo, etc…
DESPAUSA

Então fomos lá, a Dafne e eu, até o Unibanco Arteplex do Bourbon.

O filme começa interessante… Antônio Banderas, apesar de na capa da gaita, está muito bem, assim como logo de cara já se vê um pouco de nudez feminina. Como o nome do filme diz, o filme parece ser sobre um médico (Banderas) que tem uma paciente cuja pele ele está trocando. O curioso é que a paciente parece estar presa no lugar, guardada por uma velha que mais tarde se descobre ser mãe do Antônio Banderas, mesmo que isso não faça A MÍNIMA DIFERENÇA PRA QUALQUER OUTRA COISA NO FILME além da revelação que a velha faz.
Nem o Antônio Banderas fica sabendo disso.
A velha até comenta antes “ah se eu tivesse te parido…” ou algo parecido, pra dar a pista óbvia sobre fato tão indiferente.

Essa velha fala um monte. Ela conta tudo sobre a família, sobre o médico e dá a entender que detesta essa paciente que está na casa. Inclusive, por algum motivo, a velha fica insinuando ao Antonio Banderas que “se livre” da paciente misteriosa enclausurada!

O médico é meio loucão. Aliás, como em todo filme do Almodóvar, todo mundo é meio loucão.
O cara apresenta seus exitosos experimentos com pele em um congresso e a gurizada, apesar de impressionada, suspeita um pouco de seus procedimentos e o proíbe de seguir com as experiências. Beleza.

Aí começam as obviedades de estilo de direção/edição que fazem com que eu fique pensando que Almodóvar já está muito velho pro cinema. O cara faz cortes temporais (mostrando situações no passado) que não são NADA sutis, são óbvios e com letras garrafais dizendo “SEIS ANOS ANTES…”, faltando apenas um narrador pra ler o que está escrito na tela.

Já sabemos que a família do médico é cheia de tragédias, onde a mulher do cara traía ele com o filho bandido da mordoma (a velha que era mãe dos dois, mas isso não faz diferença).
Amante bandido e piranha sofrem um “acidente” de carro e a mulher pega fogo. Antônio Banderas consegue salvar a esposa carbonizada e a fica tentando reconstituir sua pele, até que um dia a mulher se vê refletida numa janela e, pela imagem horrenda que vê de si mesma, se joga do quarto andar e morre na frente da filhinha, que fica com a mente desgraçada.
Tudo isso já tinha sido contado pela velha antes em algum diálogo.

Então aparece esse cara com sotaque português com uma fantasia de tigre.
É o filho “bastardo” da velha, óbvio. Ele entra, quebra tudo, amarra a mãe numa cadeira, vê a “paciente” misteriosa com a cara da esposa do Banderas, comenta que a deixou queimando no carro, vai lá e a transa com ela, claro.
A mulher reclama do tamanho do tico dele, até que o médico chega e dá um tiro no lombo do tigre, seu irmão cuja informação familiar não faz diferença nenhuma à trama além de dar uma “chocadinha” nas mentes mais afetadas pelo deslumbre de sentar-se em uma poltrona de cinema para ver um filme do Almodóvar.

Depois que Antonio Bandera mata o irmão bastardo vestido de tigre, ele deixa a paciente misteriosa que acabara de “salvar” (se chamava Vera) fora do cárcere… ela promete que se comportará bem e que levará uma boa vida ao lado do médico que, uma vez que a mulher tem o rosto de sua antiga esposa torrada, se apaixona pela paciente.

Mais um corte temporal óbvio e com letras garrafais mostrando a exata quantidade de tempo decorrido e vamos para uma festa muito chique em que a filha loucona do Antonio (tô íntimo do Banderas) tá se socializando com a gurizada. Rola uns olhares com um magrãozinho, mas não sem o esquema ser percebido pelo pai.

Antes disso, somos apresentados a esse magrãozinho, que é a cara de alguma das cirurgias plásticas do Michael Jackson.
Ele é filho de uma dona de um brechó que tem uma funcionária lésbica… e o magrãozinho fica dando em cima da funcionária, que diz não gostar de homem.
Esse magrãozinho se chama Vicente e, nesta cena, está tentando dar um vestido branco florido para a lésbica, pois gostaria muito de vê-la usando a peça.
Nota-se que o magrãozinho curte muito a lésbica, que até que é bonita mesmo… diferente da maioria das lésbicas que já conheci.

PAUSA
Não estou dizendo que todas as lésbicas são feias. Apenas estou dizendo que, de acordo com o que EU acho bonito em uma mulher, até agora conheci poucas mulheres assumidamente lésbicas as quais considero bonitas, ok?
DESPAUSA

A guria some da festa, o pai vai no pátio procurá-la e, para nos lembrarmos que estamos vendo um filme do Almodóvar, há um monte de jovens transando em pares, trios e quartetos no meio do mato… passa um motoqueiro a mil por hora pelo médico (obviamente, o magrãozinho cara de Michael Jackson quando teve barba) e ele começa a achar umas peças de roupa da guria pela estrada, até que a encontra, desacordada ao pé duma árvore. Ela acorda de supetão e tem uma crise nos braços do pai que, logo depois sequestra o magrão e o acorrenta num porão.

A guria vai prum hospício e, um tempo depois se mata. Claro né, é um filme do Almodóvar.
O pai fica ainda mais de cara.
Aí, de vagarinho vai acontecendo o tal do plot-twist mais óbvio que já vi na minha vida.
TODO o filme, a TODO momento, em QUASE todos os diálogos, tomadas e intenções dos personagens dão pistas do que vai acontecer:
Antonio Banderas, o médico loucão, transforma o guri que teria estuprado sua filha (tem uma ceninha antes que mostra que o guri não chegou a estuprá-la) em uma mulher, fazendo uma vaginoplastia no magrão e, aos poucos, convertendo-o exatamente na paciente misteriosa do começo do filme, trocando a pele dele e tudo mais.

E assim passam os anos… com o médico transformando, aos poucos, Vicente em Vera.

Bem, voltamos para o presente informados pelas mesmas letras garrafais de tipografia estilo vinheta do SBT e, com a bicha solta e o médico apaixonado, a paciente transex mata Banderas e a véia (a mãe que não faz diferença) e vai atrás da lésbica que esnobava ele na loja da mãe usando o vestido florido que tentou presenteá-la anos antes.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Não consigo dizer que é um filme ruim, mas está longe de merecer um comentário positivo.
As tomadas, fotografia, diálogo e até mesmo a trilha sonora me recordaram a maneira de fazer uma novela das 8 da globo, só que em espanhol… o que torna tudo um híbrido difícil de engolir.
Não fiquei surpreso com NADA no filme, NADA. Nem eu nem a Dafne que, mesmo que seja muito deselegante conversar na sala de cinema, fazíamos previsões sobre as coisas que iam acontecer no filme e tudo se concretizava.
O filme categoricamente não é sobre uma pessoa habitando uma pele a qual não pertence.
NÃO É.
O que parece, como disse a Dafne, é que o velho tinha um bom título (sim, é interessante) e quis usá-lo, mas se perdeu.

Plot-twist surpreendente?
NÃO.
Filme “menos almodóvar”?
NÃO SEI DA ONDE.

QUANTO VALE O FILME?
Um download, nada mais.

Papo de MSN (1): Fedor

rcop diz: cara, eu sei que é foda dizer isso, mas tem um cara aqui na empresa que eu quase vomito de nojo quando ele chega perto, por causa de seu mau hálito. aushterlibre.

fulano diz: vou peidar do teu lado pra fazer esse vômito sair logo

rcop diz: cara, mil peidos teus não são tão nojentos quanto o que eu estou falando. se tu CAGASSE aqui do meu lado eu ia achar melhor do que o bafo do rapaz.
cara, eu quero que tu jure pra mim que se um dia eu estiver com um bafo desses, tu vai me avisar. pelamordedeus.

fulano diz: beleza, isso é básico…como avisar que o amigo está com alface/feijão no dente só não vai levar a mal…viadinho.

rcop diz: sim, sim. mas com discrição, pelo menos… tipo… “aí amizade, andou mascando chiclé de bosta hoje?”.

fulano diz: hehe…

rcop diz: tô tri a fim de deixar um listerine por ali, como quem não quer nada…

fulano diz: pq o cheiro do peido no banheiro é pior do que o do dia-a-dia?

rcop diz: cara, sinceramente, eu nao me incomodo muito com cheiro de peido. eu devia ser uma criança cagona e devo ter me acostumado. acho que peido no banho é que é o pior… fica com um odor chorumento…

Parabéns às secretárias

Então, inspirado por este tweet http://twitter.com/Reginacelia/status/4506264600 resolvi contar uma história que aconteceu com meu pai e sua ex-secretária enquanto ele trabalhava na câmara de vereadores de Santa Maria.

Há algum tempo, por ser uma pessoa muito competente e honesta, além do fato de ser contador e amigo de um vereador, meu pai foi nomeado chefe do setor de compras da câmara de vereadores daqui e, para auxiliá-lo em seus afazeres, uma funcionária pública de longa data foi colocada a sua disposição para ser sua secretária.

Vou chamá-la de Zulma. Até porque, este é o nome dela.

Ela era (e acho que ainda é) igualzinha a Roz, de Monstros S.A, inclusive na maneira de falar… só que muito menos competente e, segundo meu pai, usava muito mais o telefone.

Tá. Um dia meu pai teve que pagar alguma coisa que não me recordo agora e, por algum motivo que também não me recordo agora, pediu para a Zulma fazer um cheque de um valor que eu não me recordo… ops… isso eu lembro… o cheque era pra ser de R$60,00, ou, como dizemos aqui em Santa Maria, 60 pila*.

Zulma prontamente sacou sua caneta e redigiu o cheque. Alcançou para o Sr. Gomes (meu pai), que leu a seguinte inscrição no campo onde se escreve o valor do cheque por extenso:

CECENTA REAIS.

- Zulma… mas o que é isso? Tu escreveste “sessenta” com “CÊ”! Reclamou o homem de bigode (meu pai). Então ela respondeu:

- Ah, Seu Gomes, dá um tempo, eu sou só uma secretária… quem entende de números aqui é o senhor!

*PS: A moeda corrente por essas bandas é o Pila, que não tem plural… é 1 pila, 2 pila, trezentos pila… e por aí vai.

Curta metragem produzido por Rodrigo Oliveira (com a ajuda de André Mello, Lucas Colusso e Mike Zeppenfeld) para a disciplina de desenho animado e vídeo do professor André Dalmazzo, do curso de Desenho Industrial - Programação Visual da UFSM, em Setembro de 2006.

Este vídeo ganhou o prêmio do júri popular no 6º Santa Maria Video e Cinema em Julho de 2007.